Sexta-feira, 29 de agosto de 2014
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Nº 40 - Fevereiro de 2010
Boletim Eletrônico - Nº 40
Procon e CREF5/CE-MA-PI notificam 120 academias
O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) e o Conselho Regional de Educação Física da 5ª Região (CREF5/CE-MA-PI) estão fazendo inspeções nas academias de ginástica de Teresina-PI. No primeiro dia, os fiscais do Procon e do Conselho Regional autuaram três academias: na Zona Leste, na Macaúba, e no Saci, Zona Sul de Teresina.
O quadro da situação das academias de ginástica de Teresina é crítico. Uma inspeção iniciada em fevereiro do ano passado conseguiu notificar 120 das 200 academias visitadas por irregularidades.
Clique AQUI e saiba mais sobre a ação do CREF5/CE-MA-PI.
Fonte: CREF5/CE-MA-PI
Jogos Olímpicos da Juventude
Faltam 200 dias para Cingapura abrir as portas a 3600 atletas para os primeiros Jogos Olímpicos da Juventude. Para comemorar a contagem regressiva, o Comitê Olímpico Internacional (COI) lançou o selo "YOG-DNA" (identidade visual dos Jogos Olímpicos da Juventude). O "YOG-DNA" é voltado ao público jovem como um selo que representa atitude e liberdade. É para ser usado como um carimbo de aprovação para tudo que tenha o "Espírito dos Jogos Olímpicos da Juventude".
Os Jogos de Cingapura serão realizados entre os dias 14 e 16 de agosto deste ano, e reunirão atletas de 14 a 18 anos de todos os 205 Comitês Olímpicos Nacionais, que competirão nos 26 esportes do programa dos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Um programa educacional completo aumentará a consciência dos participantes sobre os Valores Olímpicos, e de tópicos como estilo de vida mais saudável e da luta contra o doping. Várias iniciativas de comunicação irão aproximar jovens de todo o mundo com o evento. Um programa cultural irá assegurar uma atmosfera festiva e agradável na cidade sede.
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Fonte: COB
Projeto Clube Escolar Paraolímpico
Lançado em novembro de 2009, o projeto Clube Escolar Paraolímpico visa ao incentivo às categorias de base do desporto paraolímpico nacional, tendo como objetivo principal formar atletas de alto nível para os Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, sem deixar de lado a questão acadêmica.
“O Projeto Clube Escolar Paraolímpico Rumo a 2016 é uma das bases do planejamento técnico do CPB visando ao fomento e à renovação dos atletas paraolímpicos para o Rio. Oportunizando o acesso aos jovens e crianças ao esporte paraolímpico já na escola, vamos construir uma grande geração para 2016 e para o futuro do nosso esporte”, afirmou o diretor técnico do CPB, Edílson Alves Tubiba.
“Uma potência paraolímpica não se faz apenas com medalhas de ouro ou com a posição no quadro de medalhas de uma Paraolimpíada. É importante o investimento nos clubes para ampliar o acesso das pessoas com deficiência ao desporto”.
Clique AQUI e confira a matéria na íntegra.
Fonte: CPB
Corrida descalça traz polêmica para as pistas
Foi uma notícia de impacto, para deixar muita gente com o pé atrás. Um estudo da Universidade de Harvard, divulgado semana passada pela revista “Nature”, sugere que correr descalço pode ser bom para os pés por causa da forma como eles atingem o solo, bem diferente do modo como isso acontece quando a pessoa está calçada. Embora não seja o caso de jogar fora aquele tênis bacana, comprado recentemente, e sair descalço pelas pistas da cidade, a pesquisa reforça a crescente discussão sobre o tema – correr com tênis versus correr descalço – e pode ajudar a colocar uma pedra no sapato da indústria esportiva.
Na pesquisa, a equipe liderada por Daniel Lieberman, professor do Departamento de Biologia Evolutiva da Universidade de Harvard, analisou o desempenho biomecânico de corredores nos Estados Unidos e no Quênia. Os pesquisadores descobriram que, embora as pessoas corram de formas distintas, a maior parte dos que correm descalços tem a tendência de tocar o chão primeiro com a parte central ou a frente do pé, o que Lieberman chama de “pisada frontal”. Já 75% dos corredores que usam tênis pisam primeiro no solo com os seus calcanhares. Os autores do estudo sugerem que esse movimento pode ocasionar lesões.
“O que nos motivou para essa pesquisa, que levou três anos para ser concluída, foi uma pergunta bem simples: ‘Como os humanos corriam antes dos tênis?’”, conta Lieberman. “Para isso, recrutamos, nos EUA, pessoas que correm tanto descalças como usando tênis, e as colocamos numa pista interna, filmando seus movimentos. Na África, fizemos o mesmo, realizando os testes e as gravações em pistas ao ar livre.
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Fonte: Jornal O Globo