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Conheça o Strong Funcional, uma alternativa ao crossfit01/11/2017

Conheci a metodologia do educador físico [o termo correto é Profissional de Educação Física] Ricardo Mitsuo [CREF 103630-G/SP] por meio da Renata, uma amiga que me levou para conhecer a Strong Funcional, box onde ela treina. O Ricardo é formado em Educação Fisica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e tem especialização em treinamento. Trabalha há 16 anos com o treino funcional, "na essência" , ele deixa bem claro na nossa primeira conversa.

Hoje, existem muitas variações e adaptações do funcional. A metodologia criada pelo Ricardo busca o melhor desempenho do movimento, com cargas e evolução do corpo, como um todo. A qualidade do treino e o movimento correto são as duas coisas que mais importam. Percebi isso no início da aula experimental que eu fiz no box da Strong, em Moema, São Paulo.

Todos os exercícios são guiados pelo time de educadores físicos [o termo correto é Profissional de Educação Física] da Strong. A carga só é trabalhada depois que o movimento do exercício está correto. O Ricardo preza pela lesão zero, mesmo nos exercícios que exigem força. Obviamente que, como qualquer atividade, existe a chance de lesionar, mas a técnica dos movimentos ajuda na prevenção.

Tudo é técnica! Percebi isso durante o circuito em que o Ricardo me acompanhou. Um dos exercícios era levantar um pneu por meio do agachamento. Obviamente que a primeira força que o nosso corpo faz não é a do agachamento em si. Fazemos força no braço - muito mais difícil, diga-se de passagem. Mas voltando à técnica, a força tem que vir por do agachamento. Pronto, três repetições e o encaixe. Não era tão difícil assim. Movimento certo e com carga (O pneu pesava 50kg!).

A metologia criada pelo Ricardo foi inspirada na competição de Strongman. O marido da prima dele era atleta amador e sempre acompanhavam juntos as competições, inclusive transmitidas pela ESPN anos atrás (“Homem mais forte do mundo"). Foi observando as provas de Strongman e estudando movimentos que decidiu adaptar um treino de força bruta dentro do funcional. Dessa adaptação, surgiu o Strong Funcional, um treino completo, dinâmico e com qualidade de movimento.

Durante a uma hora de aula, o Ricardo fazia questão de relacionar os movimentos ao nosso dia a dia. Por exemplo, a técnica usada para levantar o pneu é a mesma que podemos usar para tirar caixas pesadas do chão.

Na Strong, tudo é individual, do planejamento ao treino. Existe acompanhamento e, principalmente, respeito e cuidado com o aluno. Apesar de as aulas serem coletivas, todos são monitorados pelos professores o tempo todo.

(...) O Strong Funcional, apesar de utilizar força  e carga, é  completamente diferente, dos estímulos à metodologia.


Fonte: ESPN